sexta-feira, 10 de abril de 2015

ERRANDO ENTRE ERROS

Espalho entre palavras errantes
Uma errante história de erros e dor
Transcrevo, da vida, pequenos instantes
De tormentas, glórias, sonhos e amor

As palavras vivas e errantes
Correm ao papel qual formiga à flor
Contrastando lutas de um gladiador
que marcha sozinho (pobre infante)

Vai em busca do néctar adoçante
Da mais bela e açucarada flor
Guiado por um coração errante
De um amante amador

Mas o caminho desse sonhador
Quem molda é a caneta deslizante
Que entre as palavras (elite errante)
Prende as angústias de um trovador.


(Valdir Carvalho Ribeiro)


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