ERRANDO ENTRE ERROS
Espalho entre palavras errantes
Uma errante história de erros e dor
Transcrevo, da vida, pequenos
instantes
De tormentas, glórias, sonhos e
amor
As palavras vivas e errantes
Correm ao papel qual formiga à flor
Contrastando lutas de um gladiador
que marcha sozinho (pobre infante)
Vai em busca do néctar adoçante
Da mais bela e açucarada flor
Guiado por um coração errante
De um amante amador
Mas o caminho desse sonhador
Quem molda é a caneta deslizante
Que entre as palavras (elite
errante)
Prende as angústias de um trovador.
(Valdir Carvalho Ribeiro)

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