segunda-feira, 25 de maio de 2015


Brincar de ser poeta, é morrer em devaneios
Devaneios que para muitos não passa de utopias,mas o que farias para dissipar a dor que arde no peito? 
O que farias para compreender todo esse gelo que se move aqui dentro se não acreditasse que o Amor destrói qualquer iceberg?
Viver mais e pensar menos, a Verdade é explícita,o tempo não nos dá o "tempo" para permanecer na inércia.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo. Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado. Chorou muito? Foi limpeza da alma. Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia. Sentiu-se só por diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos.
Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.
Pois é… agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa. Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando… Ta se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”.
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você. Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca fica amarga. Recomeçar…
Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor. Queira coisas boas para a vida. Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos.
Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos. Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da faxina mental.
Jogue fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes. Fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.
Jogue tudo fora, mas principalmente esvazie seu coração. Fique pronto para a vida, para um novo amor.
Lembre-se, somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes, afinal de contas, nós somos o “Amor”.
Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.
Paulo Roberto Gaefke

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O amor não fica por misericórdia, por falta de opção ou mesmo por não ter para onde ir.
O amor continua por desconhecer qualquer motivo para descontinuar e por ser totalmente incapaz de encontrar algum sentimento afiado o suficiente para rompê-lo. O amor não liga para o tempo que passa sempre com muita pressa e não se abala com o correr da carruagem que insiste em diariamente corroer nossos ossos. O amor simplesmente fica. Perdura. Não vai. Resiste à tentação atômica das muitas novas paixões, à destruição gerada pelo câncer imprevisível, à feiúra da pele cada dia mais enrugada e até ao ódio, que muitas vezes, involuntariamente, brota de dentro de nós.
O amor, do tipo verdadeiro, mesmo quando senhor ou senhora, não liga para falta de língua ou para o beijo rápido que já não lambuza mais como um dia lambuzou, pois de dentro de cada selinho desferido, ele transborda em forma de um quilométrico desejo de querer bem. É isso. O amor é mais que simplesmente amar. O amor é uma vontade incontrolável de querer bem. Seja pela mãe, pelo pai, pelo irmão, pelo cachorro, pelo marido, pela mulher ou por qualquer uma das tantas coisas que são inteiramente dignas de amar.
O amor, do tipo incondicional, não morre nem quando o corpo do outro morre, pois segue firme no olhar incompleto, que insistirá sempre em ancorar-se nas fotos tiradas quando ainda havia chance de tocar a ponta do nariz do ser amado.
O amor verdadeiro só para quando o coração de quem ama finalmente para.
O amor precisa de apenas um corpo com vida para existir.

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cpb

  Quando te senti pela primeira vez no meu ventre, transbordei-me de paz e senti um amor diferente de todos os quais já havia experimen...