terça-feira, 10 de outubro de 2017

Redescubro-me e reinvento-me a cada estação, sou inverno, calor, frio e flor, sou insólita! 
Entre estações, sigo o caminho e por vezes lágrimas encobrem o meu semblante me condicionam a respirar fundo e ir sem medo, ora! medo de que ou de quem?? eis que sou produto da divindade, portanto não há o que temer...
Eis que sigo a nota da canção, a letra é indefinida, faço verso e me torno poesia, sou a arte inacabada!

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