sábado, 18 de julho de 2015

O Amor intocável


A vida é feita de retalhos, fragmentos do tempo, ciclos e histórias que se foram e que virão
As memórias que permanecem registradas em nosso ser jamais serão apagadas...
No silêncio da solidão os momentos nostalgia não cessam, recordações vão e vem...
 E nesta  noite fria e vazia, aprendizes que somos,entretidos em pensamentos viajantes, um dos aspectos da vida de um estudante.
 Além de discutir sobre o letramento, a literatura ou o desmatamento, Faz -se pausa para as matérias da vida, e não poderia deixar de falar do aconhego familiar, dos momentos de ternura, de carinho e de amor...
E diante de pensamentos incontroláveis resolvemos registrar, são lembranças de um tempo bom, sentimentos que só são compreendidos á luz do hoje... Eis os fragmentos de uma infância eterna, de emoções infinitas, de laços de família.
Quando criança dormia com os pés calçados, lá vinha ela, mãe! E retirava - os cuidadosamente para não me acordar, era uma sensação de relaxamento incrível!
Pequenos detalhes que fazem a diferença...
Eu às vezes dormia no sofá desembrulhada, primeiramente  meu pai levava um cobertor e com todo cuidado me cobria e levava pra cama no colo, em suspiros eu dormia.
E quando dormíamos doente com febre especificamente, na madrugada, de repente, vinha ela com suas mãos e checava se a febre havia abaixado, se estivessémos curados ela embrulahava novamente e dava aquelo beijo na testa ardente.
E assim fazia o meu pai e a sua mãe, esses pequenos detalhes são as sublimes linguagens de um amor intócavel,o afeto que se dava no cuidado, no afago das noites, na simplicidade que ficou marcada nas nossas memórias.
O Amor nunca se esconde, como? quando? onde? Pessoas frias também tem coração, nos gestos do dia a dia deixam escapar o sentimento, as linguagem do amor aparecem no agir, no olhar e no falar,O Amor verdadeiro não tem barreira que o impeça de fluir...
Porque o Amor é a maior força do Universo e não há gelo que não derreta, pedra que não quebre, rios de lágrimas que não transbordem quendo ele chega pois é imactante, indescritível e inenarrável...
Poetizando o Amor eu lhes digo, onde há Amor há castigo, merecido e imerecido, saudades ... O amor também é paradoxo, de onde ele vem? do Divino? Respostas concretas não tenho a contar com essas perguntas lhes deixo matutar e reciocinar.
Não há tese que explique o Amor, se houvesse perderia o sentido, é apenas pra ser sentido e vivido...
Sua origem, seu destino ninguém sabe o resultado, só sabemos que lembarar da infância, do amor do pai e da mãe, trás nostalgia nesta noite fria... Longe de casa, longe desse tempo. o que passou não volta, mas o que marca fica nas lembranças e na memória ninguém apaga... 
E assim encerramos este texto, poseia ou prosa, identifiquem como quiser, só queríamos registrar fragmentos valiosos, apesar de que neste século pouco se vive, se lembra ou se fala do que realmente importa, portanto aprendizes que somos nesta linha do tempo, estudantes e viajantes em devaneios e emoções em busca de explicações  fizemos das lembranças registros que não se perdem no tempo, pois o que vale na vida são as boas recorações daquele tempo!


Autores: Brena Batista e Valtermiro Júnior 














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